Na passada 5ª feira, dia 27 de Outubro, a equipa de futsal dos SSCML, cumpriu a sua 5ª jornada frente ao SLB.
Tendo tido a felicidade de inaugurar o marcador, depressa porém, a supremacia do adversário impôs-se de forma enérgica tendo a partida terminado com uns expressivos 14-1.
Foi talvez uma derrota um pouco mais pesada que as anteriores e no entanto, a alegria, a “febre da bola”, o acreditar na beleza da Dulcineia sem a ver, continuam intactas.
O Futsal League III é por definição um campeonato de empresas. Os jogadores são os colegas, aqueles com quem partilhamos os gabinetes, o elevador, a fila do refeitório… alguns acrescentam “dr” ao nome e, no horário de trabalho, são executivos e dirigentes.
Para o caso pouco importa, porque em comum, sofrem de um estado, como lhe chamou Cândido Figueiredo, “mórbido, caracterizado pela aceleração do pulso e aumento do calor” ou dito de outro modo, sofrem de uma febre que os impele a comparecer à próxima jornada, independentemente de não treinarem, terem tido uma semana infernal de reuniões e terem de jogar contra uma equipa profissional.
Sim, porque jogamos contra o Rui Costa, o Shéu, o André Lima, o Nélito entre outros, pelo que a tarefa não se afigurava fácil para as nossas cores.
Acresce, ainda, a estreia absoluta nesse outro campeonato que é o da transmissão televisiva e que somando à pretensão da taça Fair-play, podemos afirmar estar a trabalhar para o principal objectivo, participar.
Lurdes Pinto
Referências bibliográficas:
Pereira, Ricardo Araújo in “ Somos os maiores mainada”, Prefácio, pp 6, Prime Books, 2ª Edição, Lisboa, 2008, ISBN 978-989-8028-31-0.
Vasconcelos, António Pedro, “A febre da bola” pp 225-244 in “Alegrias e tristezas de um benfiquista”, Oficina do Livro, Lisboa, 2001, ISBN 972-8579-49-7.
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